A proposta faz parte do Programa de Acessibilidade 2017 desenvolvido pelo Instituto Tomie Ohtake para repensar questões como acesso à cultura e diversidade, com foco no atendimento de públicos que não têm garantidos seus direitos sociais. Entre as ações que são promovidas estão atividades como formação de educadores, cursos de marcenaria, curso de formação em arte e moda, oficinas diversas, visitas guiadas às exposições do Instituto Tomie Ohtake com recursos como audiodescrição e intérprete de LIBRAS e apresentações de teatro, música e dança. Continue lendo

via Catraca Livre